Vamos ver quem está por dentro das coisas: Em recente reunião do G8, o presidente dos Estados Unidos recebeu uma camisa da seleção d’ O Cara™ aí ao lado. Quem é ele? O presidente Lula, certo?
ERRADO!
Tecnicamente é apenas um brasileiro de licença remunerada. Sim! Antes de qualquer viagem ao exterior, pela lei, o presidente passa o cargo para o vice (tenta você entrar no G-8 com essa explicação para ver o que vai dar…).
Aliás, considerando que o vice também está licenciado para a retirada de (impressionantes) 10 tumores, o Brasil está nas mãos do presidente da Câmara. Dado a sua péssima performance na primeira pergunta, eu nem deveria fazer isso, mas vou insistir: Me diga então…
1) …se o presidente-licenciado assinar um acordo internacional, ele tem validade?
2) …se em plena era da Informação, esse ritual de passagem de cargo ainda faz sentido?
A #1 é retórica – tem validação dos diplomatas, ratificação do Congresso, etc.. A segunda é mais válida – afinal, a vida de alguém mudou por conta da transferência de poder? Bom, talvez a rotina da mãe do Michel Temer seja alterada, passando o dia ao telefone para lembrar as amigas que “sim, meu filho é o presidente!”, mas esse não é o ponto…
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Aproveitando o tema: depois do Renan ficar mais de 7 meses se arrastando como presidente do senado no meio de tantas denúncias, “Quo usque tandem abutere, Bigoduuns, patientia nostra”?
Não dá para aproveitar a reforma política para acabar com uma licença e impor a outra?