Para passarinho que come pedra, meia palavra basta

Novos aforismos são meio estranhos mas, no fundo, só precisam mesmo de um empurrão para que se tornem parte da cultura popular. Algum dia, as pessoas estranharam também “Casa de ferreiro, espeto de pau”, “Uma andorinha só não faz verão”, “Em terra de cego, quem tem um olho é rei”… Pensando bem, não conheço quem tenha entendido – corretamente – o que significava um ditado desses quando o escutou pela primeira vez.

Bem diferente da frase que rolou na hora do almoço para descrever a situação de alguém que conscientemente fez algo que não devia e agora está temendo as conseqüências:

– Agora que comeu caco de vidro, só mesmo torcendo para sair bola de gude.

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