Tira onda

Momento coruja: afilhada tirando onda de popstar.


Certamente ainda na onda do megasucesso do seu hit de lançamento

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“Mãe, mãe, vou comprar para você”

Foi o que disse a menina (de mais ou menos 5 anos), do alto dos ombros do pai, aonde ela estava sentada. A mãe, apesar da repetição constante, não chegou a reparar para onde a filha estava apontando: uma fantasia de french maid na vitrine do sex shop.

Eu fiquei sem enteder de a menina queria a) agradar a mãe com um presente; b) conseguir um irmãozinho; ou c) fazer uma crítica mordaz sobre as condições de limpeza em casa.

Músicas by Dícula

Dícula, minha afilhada, está aprendendo músicas na creche e toda semana vem com uma novidade. O que torna especialmente engraçado é que determinadas palavras ainda não foram totalmente dominadas e volta e meia surge uma versão remix, sem sentido ou abrangendo temas adultos inadvertidamente. Exemplos:

  • “A baleia, a baleia é amiga da sereia”. Cantado ao som de “Brilha, Brilha, Estrelinha”, a palavra em negrito foi convertida em duas: um artigo definido feminino e um sinônimo para uma parte da anatomia masculina.
  • “Eu quero torrada!!”. Não é uma música propriamente, porém foi exclamada com uma sonoridade ritimada. E com a recorrente troca do T pelo P, deixou um clima Nelson Rodriguiano no ar.
  • “Coelhinho, se eu fosse como tu, tirava a mão do bolso e enviava lá no… Coelhinho, se eu fosse (…)”.  Essa ela não aprendeu na creche, e sim com sua tia, A Moça, que cumpria o seu papel de deseducar a criança. Em sua versão resumida, Dícula não perde tempo: “Coelhino, enfia mão no c*!”. Pra que repetições quando o recado está dado?

Mas nem tudo é pornografia. Ontem capturamos uma excelente versão de “História de uma gata” , dos Saltimbancos:

História de uma gata – Saltimbancos (Dícula)