Emobras

Eu tentei, mas é muito boa para não postar. Como diz o Ancelmo, “com todo respeito”…

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Sweet child o’mine

Questão 5 (2.5pts): Identifique, na foto abaixo, qual é o(a) filho(a) adotivo(a).

Questão 5

Questão 5

A importância da localização (2)

Perfume de maluco

Perfume de maluco

A importância da localização

Identifique abaixo qual dos produtos precisava ter passado por um processo de localização antes de ir para o mercado:

Identifique o produto que requer localização

Como se pede isso?

Novo slogan

Agora que o Unibanco se juntou ao Itaú, teremos um mega-banco que “nem parece feito para você”?

Condi in Rio

Muito se especulou sobre a razão da vinda da Conselheira de Estado dos EUA ao Brasil sem uma pauta específica ou, pelo menos, substancial. Diziam que era para fortalecer o Brasil na América Latina num cenário de crescimento do populismo chavista. Inclusive, a ida a Brasília, Salvador e Caxambú não teria a ver com um encontro com o presidente, introdução aos programas sociais do Olodum ou banhos no maior complexo hidromineral do mundo. Seria apenas uma forma de mostrar aos Kirchners que a grana que a Venezuela colocou na campanha presidencial da Argentina não passou desapercebida. Sendo assim a não-ida a Buenos Aires seria mais significativa do que a visita aos demais países da região.

Bom, agora que a “quarentena” acabou eu posso finalmente revelar a verdadeira razão da vinda de Condoleezza Rice. Ao contrário do que diz a página do departamento de estado americano, Condi esteve por aqui a pedido do meu amigo, Marda, pois sua babá oficial estava com suspeita de dengue. Eu estive num evento onde consegui driblar a segurança e tirar uma foto com o meu celular.

Supervisão da distribuição do bolo

Entendo que para ela, a mulher mais forte da administração Bush Jr., seja uma mudança radical, mas trabalho honesto, assim como canja de galinha, não faz mal a ninguém (a não ser, é claro, que o frango tenha gripe aviária). O fato é que ela está a procura de emprego já para 2010 e a referência do presidente mais impopular dos EUA pode não servir muito na hora da entrevista.

Ao final do evento, Condi, muito simpática, me deixou seu cartão (caso eu precise derrubar algum ditador sanguinário nos próximos 2 anos, prometo que eu ligo!) e até posou para uma foto comigo.

Com essa simpatia toda, ela vai longe!

Com essa simpatia toda, ela vai longe! 😉

Vida por um fio (náilon ou elástico)

Já reparou que não se fazem mais suicidas como os de outrora? Tinha uma época em que a cidade praticamente parava com a ameaça de alguém se jogar de um prédio. Considerando que 1) os edifícios não ficaram mais baixos ou especialmente mais seguros (pelo menos nesse sentido), 2) que isso seria de interesse do público – se não do jornal da noite, pelo menos dos transeuntes; e 3) que sempre há pessoas nessa vida que não estão mais interessados nela; ao que parece as pessoas não pensam mais em pular.

 

Outro dia, voltando de um fim de semana em Cabo Frio com amigos, tentei me lembrar da última vez que houve notícia de alguém tentando se jogar do vão central da Ponte Rio-Niterói.

Tinha uma época em que essa era a meta de todo bom deprimido. Encerrar tudo, se atirando do alto de seus 70m, era um must. Não sei se o que atraía as pessoas para esse lugar nos seus derradeiros momentos era a certeza de que certamente deve existir um Deus para ter bolado uma paisagem como aquela ou a certeza de que se a queda não o levasse, a poluição da Baía certamente o faria.

Pois é, isso não existe mais. Tirando um cara drogado que no desespero de fugir da polícia há alguns anos se jogou da ponte (infelizmente para ele, foi naquele trecho do porto e não no da água), não há novos saltadores. Havia até um boato que a Ponte S.A. não divulgava mais esses casos por motivo de segurança, mas acho que isso não é verdade. Afinal agora ela até instalou refúgios suspensos – certamente voltados a atrair de volta àqueles que querem estacionar o carro pela última vez sem atrapalhar os niteroienses querendo chegar em casa.

Eu tenho para mim que a grande razão da mudança de hábitos é o test-drive da queda. Hoje em dia dá para saltar de pára-quedas ou então fazer bungee com toda a segurança para saber se é assim que você quer ir. Ou essas atividades são tão boas que deixam a pessoa novamente interessada em viver ativamente cada minuto, ou são tão aterrorizantes que acabam fazendo que o indivíduo escolha por uma forma menos radical de partir.